No último dia do São Paulo Fashion Week, foram desfiladas as marcas: Neon - Fernanda Yamamoto - Alezandre Herchcovitch (masculino) - Amapô - André Lima. E a minha escolha do dia foi a AMAPÔ
Direção criativa: Carolina Gold e Pitty Taliani Styling: Carolina Gold e Pitty Taliani Beleza: Ricardo dos Anjos Trilha: 2 Horsemen – Rabih Aidar e Felipe Graça Inspirações: Um mix de vontades das estilistas, que passa pelos croquis dos projetos do coletivo artístico AVAF (influência nas estampas), o modo de vestir dos skinheads, a elegância de meninos adolescentes, e a personagem do cartoon britânico Tank Girl.
Formas: As estilistas afirmam que não há um denominador comum que defina toda a forma, e de fato encontramos peças que vão dos justíssimos aos estruturados que mal tocam o corpo. Materiais: Tricô, viscose, Jersey e jeans.
Highlights By Juliana Lopes: Olhar um desfile da Amapô não é apenas olhar as roupas e as prováveis coerências ou incoerências técnicas que uma coleção pode apresentar. A Amapô vem de uma experiência criativa que usa um mix de vontades bastante espontâneo. Desta vez olharam para o livro do coletivo AVAF, de Eli Sudbrack, que, para quem não conhece, é uma explosão artística vanguardista brasileira, uma representação do neo-tropicalismo mais novíssimo que temos. Interpretações de imagens antropofágicas atualizadas, explosões de cores, luzes, dinamismo, geometrias. Ter os desenhos conceituais do AVAF numa semana de moda, trazidos pela Amapô, é um ponto de referência cultural a ser levado sempre em conta. Se existem referências para Carol e Pitty são aquelas que elas respiram naturalmente, sem pensar ou levar em conta prováveis tendências. Quem usa e deseja as peças da marca é porque entende exatamente de onde elas vêm. Ou porque sente que existe alguma coisa ali que pontua para uma direção autêntica.
No 5º dia do São Paulo Fashion Week, foram desfiladas as marcas: Glória Coelho - Maria Bonita - Uma Raquel Davidowiczkom - João Pimenta - Lino Villaventura. E a minha escolha do dia foi a LINO VILLAVENTURA
Direção criativa: Lino Villaventura Styling: Lino Villaventura e Régis Vieira Beleza: Marcos Costa Trilha: Felipe Venâncio Inspirações: Imagens sombrias do pintor Francis Bacon
Formas: A coleção começa com peças em formatos mais contidos e, aos poucos, a coleção vai ganhando mega volumes, construídos com anáguas enormes. Materiais: Tafetá de seda, organza de seda, gaze de seda, crepe de Chine, jacquard, Jersey de seda e linho.
Highlights By Juliana Lopes: A coleção, vista de perto, mostra detalhes de perfeccionismo artesanal como as chamadas “pregas palito”, uma espécie de mini drapeado, dobrinhas tão pequenas da dimensão de um palito de dente, feitas no atelier do estilista, conforme explicou ao FFW seu assistente, Régis Vieira. Os bordados feitos à mão e as aplicações de cristais mostram a obsessão aos detalhes que, juntos, na passarela, somem para dar lugar às imagens mais arrojadas. Especialmente com a trilha sonora de história do terror, que trouxe as mulheres como se vindas de perturbações de Francis Bacon, pintor que inspirou a criação das peças. Ali no desfile a platéia se exaltou (com aplausos e gritos) principalmente nos looks mais carnavalescos, brilhantes, além da “realidade” cotidiana. Quer dizer, os looks de Lino, no mercado há mais de 30 anos, são de uma realidade que poucos vêem: mulheres de alta sociedade em festas nas casas suntuosas das amigas, casamentos, bailes de debutantes ou em qualquer outro lugar vip fora do país.
No 4º dia do São Paulo Fashion Week, foram desfiladas as marcas: Cavalera - Jefferson Kulig - FH por Fause Haten - Juliana Jabour - Colcci. E a minha escolha do dia foi a CAVALERA
Diretor de Criação: Alberto Hiar
Estilo: Fabiano Grassi e Igor de Barros
Styling: David Pollak
Beleza: Robert Estevão
Concepção e Cenografia: Daniela Thomas
Trilha: Bid
Participação especial: Madame Sher
Inspirações: Faroste Urbano
Materiais: Ótimos jeans com tratamentos resinados que imitam o couro, veludo cotelê, veludo lavado, moletom, que aparece bordado e recortado a laser, malha e renda.
Cores: Preto, azul, vermelho, cáqui, verde militar. Estampas lúdicas e ultra coloridas e ilustradas.
Highlights By Camila Yanh: O desfile para 700 pessoas aconteceu na Estação da Luz, um dos lugares mais bonitos e emblemáticos de São Paulo (o espaço foi escolhido pela marca por ser uma referência urbana que espelha a diversidade da cidade). Logo na entrada, um show à parte – e inesperado. Um grupo de dançarinas burlescas dançando ao som da New Orleans Jazz Band. A animação contagiou desde quem entrava correndo para o desfile até os passantes e frequentadores da estação, que pararam para ouvir o som dos marmanjos e, claro, se encantar com as moças, todas sob coordenação da corsetier Madame Cher.
O desfile, bem ao estilo Cavalera, mostrou muitas opções para um guarda-roupa de básicos para o inverno: calças, jaquetas, paletós, vestidinhos e camisetas. Só que desta vez a marca deu um peso maior à pesquisa de materiais e fez um investimento mais pesado neles. Por conta disso notamos a mistura de tecidos e texturas que aparece em cada peça ou look. Nada pesado ou extremamente invernal. Como Alberto Hiar falou na fábrica da marca “tem a ver com São Paulo, porque tem uma forte característica urbana, e ao mesmo tempo com o Brasil” (a marca tem vários pontos de venda no país), especialmente a parte dos bordados, que ilumina a coleção majoritariamente preta.
Vale destacar também os tênis, que são muito bons. De canto alto, alguns vazados, outros estampados ou ainda com aplicação de tachas e spikes. Certamente vão aparecer nos pés de skatistas, jovens artistas e os antenados da moda. E você vai poder encontrar as peças na Cavalera Uberlândia, clicando na foto abaixo você será redirecionado(a) à rede social da loja.
No 3º dia do São Paulo Fashion Week, foram desfiladas as marcas: Reinaldo Lourenço - Ellus - Mário Queiroz - Huis Clos - Samuel Cirnansck. E a minha escolha do dia foi a ELLUS
Direção criativa: Adriana Bozon Styling: Rodrigo Pollack Beleza: Robert Estevão (cabelos) e MAC/ John Stapleton (make-up) Trilha: concebido por Nick , com quarteto de cordas Inspirações: Países nórdicos (principalmente a era viking) e heavy metal.
Formas: Clássicas, com reforço nas jaquetas perfecto, e mega coletes estruturados. Os vestidos clássicos com cortes transpassados, quase envelope. Mas a coleção fecha com uma jaqueta bomber, item de tendência. Materiais: Lã, sintéticos (em malhas resinadas), fios de lurex em alguns detalhes, rendas de algodão, couros (em alguns momentos com efeito matelassê) e couros sintéticos. Para o jeanswear, a marca usou o leather denim, que tem aparência de couro.
Highlights By Juliana Lopes: A coleção veio bem editada em 3 fases marcantes: looks totais pretos, looks totais vermelho e ouro rosè para fechar . A Ellus mostrou looks trabalhados em diversas formas: ora em perfectos, ora em modelagens clássicas, sempre com cintura marcada principalmente por cintos e modelagem basque (tipo de saiote, nesse caso fazia parte do acessório, dos tops ou vestidos). A marca explorou diversas possibilidades de design e uso de matéria prima (ora couro, ora lã, em finalizações diferentes como matelassê ou resinado) sem transbordar a linha de pensamento que pareceu demonstrar. Destaque para um uso novo das rendas – tendência que vem se reforçando desde o Fashion Rio – enquanto a maioria usa o material direto na pele, a Ellus usou como sobreposição em jaquetas pesadas. Como se fosse uma capa de renda por cima, mas é um look só (ver a última jaqueta bomber que entrou na passarela!).
No 2º dia do São Paulo Fashion Week, foram desfiladas as marcas: Pedro Lourenço - R. Rosner - Alexandre Herchcovitch (feminino) - Iódice - Triton. E a minha escolha do dia foi a TRITON
Direção criativa: Karen Fuke Styling: Daniel Ueda Beleza: Robert Estevão Trilha: Max Blum Inspirações: Um mix de olhar jovem brasileiro com imagens européias como abóbodas de Notre-dame e arte medieval.
Formas: Formas descontraídas coordenadas com looks de alfaiataria. Materiais: Crepe pesado, tricô e organza trabalhados com canutilhos e miçangas.
Highlights By Juliana Lopes: O modo nada óbvio de usar referências college deu um ar rap-chic, valorizado com o preciosismo nas modelagens, em looks inteiros ou coordenados, alguns estilo pijama, outros combinados com jaqueta bomber. O glam vem com utilização dos canutilhos e outros brilhos, nos sapatos de solado grosso (que retomam um clássico da marca nos anos 90) e também nas estampas que, ao invés de um college clichê, vieram medievais, uma sensação de elemento vintage. O uso do tweed nos looks college também agregou informação de revival clássico. Destaque pras mochilas com mesma estampa dos casacos, criando um efeito dimensional no look, quando visto por trás. A preocupação da dimensionalidade transparece também nas peças que vinham com abas, uma espécie de falsa sobreposição, na frente e atrás.
No 1º dia do São Paulo Fashion Week, foram desfiladas as marcas: Animale - Tufi Duek - Cori - Osklen. E a minha escolha do dia foi a OSKLEN
Diretor de Criação: Oscar Metsavaht Styling: Pedro Sales Beleza: John Stapleton (make) e Max Weber (cabelo) Trilha: Gomus Inspirações: Reflexões sobre a Agenda 21; envolvimento de Oskar como embaixador da Unesco na Conferência das Nações Unidas RIO + 20
Materiais: Lã, veludo de seda, couro, chamois, pele sintética, neoprene, organza de seda, moletom e os e-fabrics: couro de salmão, couro de pirarucu, seda, tricô e gorgurão orgânicos. Em alguns looks, como o primeiro, em Daiane Conterato, a marca fez um mix de diversos materiais (piarucu, salmão, neoprene, chamoix, lã orgânica e pelúcia)
Cores: Verde milutar, azul, vermelho, laranja, preto, cinza, marrom e dourado. Há também uma série de estampas tropicais invernais, como o Floral Psicodélico, o Camuflado Geométrico e Floresta.
Highlights By Camila Yahn: Nos anos 90, uma turma ligada à natureza, amante da música eletrônica e da liberdade e com um jeito muito próprio de se vestir, dominou os quatro cantos do mundo com suas festas ao ar livre. Eles comunicavam estilo: roupas coloridas, estampas, casacos de pelúcia, dreads, e tênis e botas com plataformas altíssimas. E uma ideologia: através dessa celebração, mostravam sua preocupação com o meio-ambiente e buscavam um convívio harmonioso entre todos. Eram os ravers. Foi em também nessa década, em 1992, que aconteceu a Conferência das Nações Unidas – Eco 92, que tinha como objetivo buscar meios para conciliar a conservação dos ecossistemas da Terra; 20 anos mais tarde e uma nova geração surge na passarela da Osklen com os mesmos valores, fazendo frente ao próximo encontro de cúpula, o Rio+20, que acontece em junho no Brasil. Desta vez, eles chegam para uma luta maior, armados de spikes e flores. Estão lá as roupas confortáveis, as cores vibrantes, as estampas, a pelúcia, os cabelos bagunçados, óculos escuros para dançar até o sol surgir e as plataformas (feitas com couro de peixe). São os novos ravers ou, nas palavras da própria marca, os “earth-brigaders”. É uma linda coleção, fiel ao estilo e às preocupações ambientais da grife, com peças que fazem aquele mix mágico de informação de moda + design + usabilidade + conforto. Occupy Osklen.
Depois de um atraso, mas ainda em tempo, venho trazer pra vocês o melhor do SPFW que aconteceu há algumas semanas.
ANIMALE
Para seu verão a Animale nos convida a uma viagem ao sul da França em busca das referências que fizeram desta uma coleção leve, clean e elegante de uma forma mais descontraída. Os vários tons de azul predominaram, bem como os caimentos fluidos e as silhuetas menos justas.
CAVALERA
Buscando referências na cultura mexicana a Cavalera traz para seu verão verdadeiras Fridas Kahlo contemporâneas, trabalhadas em peças desconstruídas e de tons vibrantes que contam até mesmo com detalhes que nos remetem a algo mais orgânico e de raiz, mas aindassim se mantendo fiel à proposta urbana e ao hype característicos da marca.
REINALDO LOURENÇO
O glamour e a sofisticação dos anos dourados se fizeram presentes na passarela, perfeitamente traduzidos nos longos elaborados e nas peças com shapes delicadas que fazem uma ode ao estilo das grandes atrizes da old Hollywood, em especial à elegância singular da eterna diva Elizabeth Taylor. Uma coleção que enaltece bem toda feminilidade de outrora sem abrir mão da versatilidade e de um toque moderno. Seria a volta do ladylike em uma releitura mais clean e contemporânea?
TUFI DUEK
O primal futurismo apontado como uma das macrotendências da temporada deu o tom da coleção, que trabalhada nos materiais orgânicos e no uso do plástico reciclado e do látex resultou em um mix inteligente entre as referências ao tribal e o neo-minimalismo característico da marca. Tudo isso aliado aostyling impecável de Flavia Lafer, que aliás soube traduzir e complementar bem a temática da coleção.
ALEXANDRE HERCHCOVITCH
Com ares vintage e cores, shapes e tecidos que nos remetem a um mix de século 18 feat japonismos, Herchcovitch nos apresenta uma coleção bem delicada e feminina, que chama atenção pela versatilidade e sofisticação das peças. Os bordados bem elaborados em minicristais deixaram as peças bem a cara da riqueza, fazendo principalmente dos vestidos objeto de desejo entre as phynas.
OSKLEN
Inspirado na cultura negra sem cair no estereótipo, o verão da Osklen vem repleto de peças com uma pegada minimalista e sustentável, trabalhadas em linho, tricôs e tecidos à base de seda, ráfia e PET. As silhuetas e shapes vem mais simples e versáteis, tudo bem relax e descomplicado como o verão pede.
NEON
Grafismos multicoloridos e por vezes com motivos étnicos marcaram a coleção, que inspirada no tropicalismo e nos grandes balneários propõe um verão sofisticado, trabalhado na exuberância dos mix de texturas e das sedas e zibelines aliada a shapes com referências bem 60s. Um espetáculo à parte, as usual.
HUI CLOS
O minimalismo deu o tom da coleção da Huis Clos, que numa proposta mais versátil e clean traz para seu verão peças com modelagens mais descontraídas e de cortes simples, trabalhadas nos franjismos e em uma cartela de tons que vai do azul ao cinza, com algumas variações em rosa, camelo e prata envelhecido.
FAUSE HATEN
A delicadeza das rendas e cristais aliada a peças de modelagem mais ampla e de cores calmas nos convida a uma viagem ao universo dos sonhos, que inspirada na personagem "Clarisse, que dorme" traz uma coleção leve e de peças bem desejo que nos remetem a um clima de doçura e encanto, no melhor estilo "A Bela Adormecida".
AMAPÔ
Com influências da cultura aloha e múltiplas inspirações que nos remetem a uma vibe mais relax e a um espírito de liberdade, a Amapô traz uma coleção multicolorida e com os dois pés na psicodelia, com modelagens descontraídas, caimentos fluidos e mais uma vez apostando no jogo entre desconstruções e proporções desconexas. Destaque também para a linda estamparia "Portal", criada pelo artista plástico Rick Castro.
COLCCI
O desfile da Colcci foi um dos mais aguardados na SPFW (Ashton Kutcher e Alessandra Ambrósio explicar esse alvoroço). A coleção é bem cool, fashion, urbana e fresca, ao mesmo tempo. Os meninos usaram uns paletós mais larguinhos, com camisas com um high contrast por baixo, calças jeans dobradas, mas o importante é sacar que essas cores mais TCHANS serão vistas nas lojas Colcci em breve.
ELLUS
Com muitas estampas, mas não tão diversificada em cores como as outras marcas, a Ellus foi um dos destaques da SPFW (como costuma ser). Não só pelas roups bárbaras, mas pela combinação das mesmas nos looks. Cores quentes foram usadas, mas também as frias, num mix muito legal pra quem quer trendar de dia ou de noite.
CAVALERA
Esse clima latino-rock foi visto na Cavalera. Com looks formados basicamente por preto+colors ou branco+colors, eles fizeram uma grande menção ao estilo mexicano de ser sem deixar de ser urbano, nem fashion.
AMAPÔ
Já o desfile da Amapô foi bem neo-color-aloha-reggae. Ao som de Bob Marley, os modelos vestiram calças super coloridas e frescas, típicas do verão e também alguns macacões, daqueles bem "tô nem aí, tá calor".
ALEXANDRE HERCHCOVITCH
Com um tema "tô na selva", Alexander Herchcovitch, apresenta uma coleção cheia das cores rosa, vermelho e cáqui. As roupas dão um clima bem "sou caçador" e, entre elas, vemos casacões, bermudões, coletes e até trenchs (todos com bolsos e zípers). A coleção inteira está bem estampada e, coisa muito legal para o desfile, fora os destaques de modelos cinquentões e de Andrej Pejic.
Hey Fashionistas, obrigado pela visita, volte sempre e até a próxima! Au Revoir!
Hoje tenho mais pra mostrar do que pra falar, trouxe o editorial da 36ª edição da Fashion Magazine com o famoso Zombie Boy que recetemente ahazou na passarela da Auslander no Fashion Rio.
Entitulado de "Yes, We Care" traz como tema o apoio pela busca de energias limpas.
Adorei o bom senso do stylistAndrzej Sobolewskie a brincadeirapolêmicaque ele apresentou junto com as tendências de verão, principalmente dablusa amarela listradarepresentando as faixas usadas pela polícia americana. A produção final ficou por conta doSzymon Macnikowski.
Eu particularmente, adorei muito o editorial e espero que vocês gostem tambem, tem bastante atitude, e bastante presença da geração Y que são os jovens de hoje em dia que podem ser e gostar de tudo, e como tendência tem bastante Color Block que os brasileiros ainda têm que aprender que isso não é Restart.
Espero que tenha gostado do editorial e muito obrigado pela visita! Xoxo
Hey Fashionistas!!
Gente, como vocês ja devem saber, começou hoje a semana de moda mais fashion do ano no Brasil, a SPFW, e estou aqui só pra avisar que em breve estarei postando os melhores looks na página do site no facebook e depois farei um post especial como fiz no Fashion Rio, então é isso, e desejo a vocês uma noite semana super luxo hiper mega extra glamour!